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Noticias / Hackar o iPhone é legal nos Estados Unidos
« Última mensagem por nonnu em Ontem às 10:18:55 »
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No âmbito de uma revisão à lei de protecção dos direitos de autor, o Digital Millenium Copyright Act,   os utilizadores de telemóveis nos Estados Unidos vão poder ultrapassar   os mecanismos de protecção impostos pelas operadoras para limitarem o   acesso dos equipamentos à sua rede. O processo, conhecido como   jailbreak, tornou-se mais popular com o iPhone, devido à exclusividade   de utilização na rede da AT&T. 

A decisão foi comunicada ontem, ilibando todos os utilizadores   de telemóveis que recorram a processos de jailbreak para executar   software que está barrado, como por exemplo aplicações não autorizadas   na loja da Apple.   

  Apesar desta alteração ser uma vitória política não terá grandes efeitos práticos. O desbloqueio dos telemóveis da Apple já era uma prática corrente e a empresa nunca tomou medidas legais contra os utilizadores que recorriam ao jailbreak. 

  A Electronic Frontier Foundation, uma organização de defesa dos direitos   cíveis que tem vindo a defender a introdução desta emenda, estima que   mais de um milhão de utilizadores já tenha desbloqueado os seus iPhones   para mudar de operador. 

  Como seria de esperar a Apple opõe-se a todos os sistemas de jailbreak,   alegando que  a alteração do software do iPhone pode afectar seriamente a   experiência de utilização e violar a garantia do telefone.     

  A empresa terá enviado uma carta ao Gabinete de protecção de direitos   alegando que o desbloqueio poderá ser prejudicial para o equipamento e   ter efeitos físicos negativos no funcionamento do telefone, e que   implica a quebra do contrato. 

  Os serviços de suporte da Apple terão recebido já milhões de relatos de   problemas que decorrem de telemóveis desbloqueados, garante a empresa,   que alega que legalizar o sistema de jailbreak pode levar a que mais   malware seja distribuído através de programas que não passam pela App   Store. 

  Para além dos telemóveis,  a revisão da lei de 1998 cobre também a   possibilidade de contornar a tecnologia anti-cópia dos DVDs, mas apenas   para produção de documentários, vídeos não comerciais e de utilização   educativa. Os norte-americanos podem assim fazer um backup dos vídeos   para seu uso pessoal, mantendo uma salvaguarda no caso do DVD original   ficar danificado. 

Os jogos de vídeo e os filmes em Blu-Ray não foram contemplados nesta revisão.                                                  
Fonte: http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/hackar_o_iphone_e_legal_nos_estados_unidos_1080573.html
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Noticias / Site divulga 90 mil documentos sobre guerra no Afeganistão
« Última mensagem por nonnu em Ontem às 10:17:19 »
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O site WikiLeaks   colocou online para consulta 91.731 documentos classificados sobre a   guerra no Afeganistão relativos ao período que vai de Janeiro de 2004 a   Dezembro de 2009. Relativamente ao mesmo assunto, ainda estarão por   publicar mais 15 mil documentos. 

  Gerido por uma organização sem fins lucrativos, o polémico site está no   ar há três anos e meio e, entretanto, já "mostrou" mais de um milhão de   documentos. Em Abril último tinha sido notícia por publicar um vídeo que   mostra militares americanos a matar 12 pessoas em Baghdad, incluindo   dois jornalistas. 

  A informação divulgada não visa apenas questões governamentais. A   iniciativa, que ganhou vários prémios por combate à censura, já publicou   informação sobre actividades off shore de bancos suíços e sobre   diversas empresas.   

  Portugal também surge contemplado na listagem de documentos disponíveis,   com a publicação de estudos sobre o TGV e notas relativas ao processo   do desaparecimento de Madeleine McCann.   

  Constituída por activistas dos direitos humanos, adeptos das tecnologias   e jornalistas, a organização sem fins lucrativos que gere o site, a   Sunshine Press, recebe qualquer informação que lhe seja enviada,   seleccionando aquela que pretende publicar. 

  O objectivo do WikiLeaks é transformar-se num intermediário entre a   imprensa e fontes de informação que desejem permanecer anónimas. "Nós   tratamos [do anonimato] da fonte, agimos como um intermediário neutro e   publicamos o material, enquanto o jornalista que tiver sido contactado   fica com a verificação", referiu o director do WikiLeaks, Julian   Assange, numa entrevista à BBC, em Fevereiro, citado pelo jornal   Público. 

  O mesmo responsável afirmou ontem que o site tem muito mais informação   para tornar pública e disse esperar que o número de documentos recebidos   aumente significativamente após esta divulgação sobre o Afeganistão. "A   coragem é contagiosa. As fontes são encorajadas pelas oportunidades que   vêem à frente".                                           
Fonte: http://tek.sapo.pt/noticias/internet/site_divulga_90_mil_documentos_sobre_guerra_n_1080583.html
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Noticias / Bloco de Esquerda propõe software livre obrigatório na AP
« Última mensagem por nonnu em 23 de Julho de 2010 às 10:07:06 »
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O Bloco de Esquerda   entregou na Assembleia da República um Projecto de Lei que defende a   obrigatoriedade de utilização de software livre nos sistemas e   equipamentos informáticos que suportam os serviços da Administração   Pública. 

  O diploma, que deverá ser formalmente apresentado em Setembro, prevê que   a regra se aplique à "Administração Pública Central, poder executivo,   legislativo e judicial, empresas públicas ou com maioria de capital   público, autarquias locais e ao sector empresarial local". 

  O prazo de transição previsto para a mudança é de um máximo de três anos   e estão descritas as situações que podem configurar excepções à regra,   bem como a obrigatoriedade de as justificar à Presidência do Conselho de   Ministros, pode ler-se na proposta a que o TeK teve acesso.   

  O Bloco introduz a proposta, explicando o percurso do software livre e a   crescente utilização desta alternativa ao software vulgarmente   designado por proprietário. 

  Este tipo de software, comercializado por fabricantes como a Microsoft e   outros, é disponibilizado através de modelos de licenciamento que   implicam o pagamento de um fee pela utilização dos produtos. Em   troca, garantem-se actualizações periódicas (para inovações e correcções   de segurança), mas limita-se a liberdade de movimentos do utilizador,   no que se refere à modificação das "fórmulas" originais. O software   livre, não sendo necessariamente gratuito, quer na aquisição quer na   manutenção, é flexível no que à manipulação por terceiros diz respeito,   característica fortemente valorizada pelos apoiantes do modelo.   

  São apontadas na informação de enquadramento os exemplos do Ministério   da Defesa francês, da NASA e da armada norte-americana que "optaram, por   razões de segurança, por algumas soluções de software livre, visto como   muito mais fiável e controlável pelo próprio Estado", defende-se na   exposição de motivos.   

  No mesmo contexto são apontadas quatro grandes vantagens ao software   livre, face às alternativas proprietárias. São elas, uma maior liberdade   para criar soluções próprias; segurança e estabilidade funcional dos   seus sistemas de informação e redução de custos.   

  O leque de vantagens sublinhadas completa-se com a indicação de que, "em   algumas situações, a utilização de software livre também pode permitir   reutilizar equipamento informático que estaria obsoleto, graças às   menores exigências de capacidade de processamento de algum do software   livre". 

  O Bloco argumenta ainda que, apesar do investimento inicial no processo   migratório e na formação, "os custos do software livre são, a médio   prazo, consideravelmente inferiores, quer em despesas com licenças, quer   em despesas com hardware e actualizações pagas". 

  Não são, no entanto, apresentados valores relativos ao custo da mudança   ou quantificadas as poupanças que daí podem resultar, nem que expressão   tem já hoje esta alternativa na Administração Pública.   

  Recorde-se que o TeK já tinha abordado este tema e a intenção do Bloco   de apresentar uma nova proposta - no passado já apresentou outras - para   a utilização do software livre na AP. Isoladamente a opção já é   considerada e há alguns meses passaram mesmo a figurar no catálogo de   compras do Estado soluções de software livre. 

  Pedro Filipe Soares, deputado do partido e um dos autores da proposta, explicava na altura   que para o BE a utilização de software livre na AP deve mesmo assim ser   imposta, ou a tendência para manter as opções mais tradicionais vai   manter-se dominante.   

    O Bloco entregou igualmente hoje na Assembleia da República um Projecto   de Lei que prevê a obrigatoriedade de utilização de normas abertas em   todos os serviços do Estado, "nos seus sistemas internos e no   relacionamento digital com os cidadãos". 
Fonte: http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/bloco_de_esquerda_propoe_software_livre_obrig_1079843.html
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Discussão geral / Re: Material de propaganda
« Última mensagem por Miglas em 22 de Julho de 2010 às 22:07:50 »
É e não é offtopic ao mesmo tempo, era boa ideia criarmos um vídeo para dinamizar esta campanha de assinaturas. Algo apelativo para espalhar nas redes sociais. Se ninguém ter ver jeito para fazer animações podemos fazer tipo apresentação pps...
Pensem nisso...
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Noticias / Partido Pirata sueco lança serviço de Internet
« Última mensagem por nonnu em 22 de Julho de 2010 às 01:07:08 »
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O Partido Pirata Sueco prepara-se para lançar o seu próprio serviço de   fornecimento de Internet, garantindo que vai dar total privacidade aos   utilizadores.

    O Pirate ISP é o primeiro fornecedor de Internet pirata e começou a ser   testado esta semana na cidade sueca de Lund, avança o site Torrent Freak, que falou com o CEO do serviço,   Gustav Nipe.

    É também aí que os responsáveis pretendem garantir primeiro uma quota de   mercado de pelo menos 5 por cento, antes de expandir a rede a outras   localidades, o que esperam que aconteça no final do Verão.

    Uma das principais bandeiras do serviço é a privacidade dos   utilizadores, garantindo que vai manter confidenciais as identidades dos   mesmos e se recusará a manter registos dos dados gerados ou a deixar o   Governo monitorizar a utilização do serviço.

    A afirmação é polémica, atendendo a que a legislação europeia em vigor   obriga a guardar os dados das comunicações por um período de seis meses,   durante o qual podem ser requisitados para investigações criminais, por   exemplo.

    Em entrevista a um site sueco, o responsável já se   tinha mostrado também avesso a interferências vindas de fora do país,   nomeadamente dos EUA. "Não concordamos com o que dizem nem com as leis   que têm vindo a criar. Se nós constituímos um problema para eles, então   terão um problema, e é isso", afirmou.

    Consciente de que muitos dos clientes recorrerão ao serviço para   partilha de ficheiros, os responsáveis dizem-se munidos de mecanismos   para garantir que nenhum dos utilizadores recebe em casa uma "triste   carta" do organismo anti-pirataria sueco - embora se recusem a revelar,   para já, os "trunfos" que têm "na manga".                                            
Fonte: http://tek.sapo.pt/noticias/internet/partido_pirata_sueco_lanca_servico_de_interne_1079681.html
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Noticias / Partido Pirata Português apresenta manifesto: «Internet para todos»
« Última mensagem por nonnu em 20 de Julho de 2010 às 23:07:49 »
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  Foi fundado há pouco mais de um ano (a 12 de Maio de 2009) e  inspirou-se no recente sucesso do Partido Pirata Sueco, que elegeu  um deputado nas últimas Europeias. O Partido Pirata já  chegou a Portugal a apresentou agora o seu manifesto  ,  estando a recolher  assinaturas     para a sua formalização.

Auto-caracteriza-se como «um partido que lute pela partilha  cultural, o livre acesso às artes, à informação, ao conhecimento  em geral e a uma educação de qualidade e de abrangência não  espartilhada. Um partido que lute pela Privacidade Pessoal,  conciliando o direito de reserva da vida privada à liberdade de  expressão na vida pública».

«O combate ao terrorismo, aos crimes de alguns e aos interesses  comerciais de outros não podem justificar a devassa arbitrária da  vida privada de todos», defendem, considerando que os e-mails ou as  conversações em redes sociais são da esfera privada, tal como  acontece com a correspondência: «Opomo-nos ao abuso das novas  tecnologias para a criação de bases de dados sobre os hábitos  privados dos cidadãos contra a sua vontade».

«Hoje a informação é veiculada essencialmente através da  Internet, pelo que se deve garantir o direito a esta sem impedimentos  nem discriminações», frisam, deixando um desejo: «Defendemos o  acesso à banda larga enquanto serviço universal e acessível a  todos os cidadãos, de forma a que seja possível usufruir dele sem  se ser obrigado a pagar qualquer contra-partida. Defendemos a  introdução de redes municipais sem fios nas zonas geográficas do  país onde as redes das operadoras privadas não conseguem ou não  querem chegar (devido a questões de rentabilidade económica)».

«Hoje o mundo reparte-se entre o real e o virtual, e a liberdade  tem de ser expandida à Internet, mantendo-a neutral», escrevem,  considerando que «ninguém pode ser arbitrariamente privado do  acesso à Internet, de ter o seu acesso diminuído ou filtrado».

Partilha de cultura
«Defendemos a compensação pelo uso/citação e remistura com  fins lucrativos de obras culturais como uma fonte difusora de nova  cultura. Por isso, defendemos a exclusividade do direito à cópia  com fins lucrativos de obras culturais aos seus autores durante um  prazo razoável», escreve o Partido Pirata, definindo prazos:

«Uma extensão de 70 anos após a morte dos autores não é um  prazo razoável e limita o direito de fruir as artes aos seus  contemporâneos. Um prazo contado a partir da morte dos autores é um  absurdo cultural que discrimina o acesso às artes consoante as  posses de cada um. Por isso, defendemos um prazo contado a partir do  dia de emissão da obra, e não da morte do autor, para a sua  passagem ao domínio público. Com um período de exclusividade do  copyright ao autor durante uma primeira fase desse prazo e a  compensação ao mesmo durante o restante».

«Os direitos de cópia e uso não comercial de obras culturais  criadas, encomendadas ou patrocinadas pelo Estado ou quaisquer  entidades públicas devem ser estendidos a todos os contribuintes»,  acrescentam, deixando várias ideias, que servem para responder aos  seus maiores críticos, como as discográficas ou os estúdios de  cinema.
Fonte: http://www.tvi24.iol.pt/portal-iol/partido-pirata-portugues-piratas-tvi24-tecnologia-manifesto/1179010-5281.html
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Noticias / Vem aí imposto contra pirataria na Internet?
« Última mensagem por nonnu em 20 de Julho de 2010 às 22:07:23 »
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Ideia é de grupo de cantores e compositores britânicos e visa pagamento de uma taxa sobre número de downloads efectuados a partir dos servidores de empresas que facultam serviços de banda larga na Internet

Está a decorrer mais uma batalha contra a pirataria na Internet. Um grupo que representa os cantores e compositores britânicos apelou à introdução de um imposto sobre as empresas que facultam serviços de banda larga na Internet. A ideia é que paguem de acordo com o número de downloads piratas de música efectuados através dos seus servidores.

O economista-chefe da Performing Right Society, a associação que reúne estes profissionais, considera que esta taxa serviria para alinhar os interesses financeiros dos prestadores de serviços de Internet com os direitos de autor dos músicos. Will Page vê nesta medida uma forma de apaziguar os ânimos entre as duas partes que até à data não se entenderam acerca de quem deve arcar com os curtos dos downloads de músicas online, escreve o «Financial Times».

Lily Allen é uma das artistas que já se manifestou contra sites de partilha de arquivos, como o The PIrate Bay. Nestes domínios, é possível efectuar o download gratuito de músicas, sem grande risco de que essa operação tenha qualquer tipo de repercussão jurídica.

Mas a indústria da música queixa-se de que é por culpa de sites como esses que o sector se encontra em declínio. Os artistas vão ainda mais longe e garantem que é por causa da pirataria que perdem milhões de libras em vendas que acabam por não se concretizar, porque as pessoas preferem efectuar downloads, a comprar um cd.
Fonte: http://www.tvi24.iol.pt/portal-iol/musica-internet-pirataria-downloads-ilegais-agencia-financeira/1178228-5282.html
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Noticias / Lobbies tentam influenciar recomendação europeia sobre software na AP
« Última mensagem por nonnu em 20 de Julho de 2010 às 22:07:56 »
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Este ano os governos europeus deverão gastar qualquer coisa como 15,7   mil milhões de dólares (12,2 mil milhões de euros) em software, cerca de   19 por cento dos gastos totais com este tipo de produto em toda a   região.   

  Com o objectivo de tornar mais racional estes custos, a Comissão   Europeia planeia lançar até final do ano, uma recomendação que passe aos   diversos países da União algumas regras de boa prática na aquisição de software.   Como relata o The New   York Times, o trabalho tem sido motivo para colocar em sentido os   lobbies da indústria a favor e contra o uso de software livre.   

  Os primeiros tentam influenciar o organismo europeu a assumir uma   posição clara de apoio ao uso de software livre. Os outros tentam   assegurar que a recomendação seja neutra e mantenha espaço de manobra   para a decisão dos governos.   

  Maros Sefcovic, comissário europeu para as relações interinstitucionais,   explica que o objectivo da recomendação é criar um ambiente de   interoperabilidade que permita aos governos da União Europeia   comunicarem entre si e conseguirem fazê-lo a baixos custos.   

   O responsável acrescenta que a recomendação vai basear-se em princípios   como a "abertura" e promover "a neutralidade tecnológica através do uso   de normas", mas recusa comentar se o documento - ainda em versão   preliminar, não pública - aborda especificamente a questão do software   livre vs software proprietário. 

  Uma fonte da CE não identificada garantiu, no entanto, que a versão   actual do documento refere o assunto mas adopta uma perspectiva de   neutralidade, remetendo para os governos uma posição sobre o assunto.   Até que chegue a versão final do documento é de esperar que os diversos   interessados no assunto se mantenham activos no processo, tentando fazer   valer argumentos. Aliás, de acordo com a publicação, a CE terá já   recebido 50 opiniões sobre o assunto, entre comentários de empresas,   grupos de interesses e indivíduos.   

  Do lado do software livre alinham no esforço de influenciar a CE nomes   como a Google, IBM ou Oracle, que estão também entre os principais   apoiantes do Open Forum Europe, um grupo da indústria sedeado em   Bruxelas. O seu representante máximo sublinha a propósito do tema, que o   software proprietário tem hoje uma quota de cerca de 90 por cento nas   compras da Administração Pública europeia. Na sua perspectiva por   inércia, desconhecimento em relação às alternativas open source   ou receio de mudar de fornecedor.   

  Na defesa dos interesses do software proprietário e a tentar evitar que a   recomendação faça uma menção clara aos benefícios do open source   estarão nomes como a Microsoft, Alcatel-Lucent ou Ericsson, garante o   WSJ.   

  John Vassallo, vice-presidente da Microsoft para os assuntos legais na   UE, sublinha ao jornal o esforço que a empresa tem vindo a fazer para   garantir a interoperabilidade do seu software com produtos de terceiros,   depois da conclusão do caso de ani-trust na Europa. Explica ainda que a   empresa é favorável à liberdade de escolha e contra indicações   específicas, que restrinjam a opção pelas melhores soluções para cada   caso.   

  "Somos claramente a favor de um mix e da existência de opção de escolha   por qualquer software, aberto ou misto, como melhor servir os interesses   dos governos", diz o responsável, acrescentando que isso é diferente de   defender a "imposição de uma preferência específica".                                                  
Fonte: http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/lobbies_tentam_influenciar_recomendacao_europ_1079396.html
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Noticias / Recolha de Assinaturas para a fundação official do Partido Pirata Portugês
« Última mensagem por nonnu em 19 de Julho de 2010 às 23:07:59 »
ATENÇÃO!!! :D
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O PPP necessita de 7500  assinaturas para a  fundação de um partido oficial.

Obtenha aqui  a  nossa Folha de Assinaturas!


Apenas necessita de a imprimir, preencher com  a sua assinatura e  preferêncialmente com mais algumas que consiga  recolher voluntáriamente  (agradecemos), e enviar por correio para a  nossa morada especificada  já em baixo.

Contribua com a  recolha de mais assinaturas, podendo obtê-las por  amigos, familiares,  conhecidos, etc…
ATENÇÃO:  Na folha de assinaturas, não  preencha o número da folha!

Morada para a recepção de assinaturas:
APARTADO Nº 22546
E.C. SOCORRO
1147-501 LISBOA

Caso algum  assinante não se recorde do seu número de eleitor poderá  confirmar os dados de registo eleitoral no SIGRE em http://recenseamento.mai.gov.pt/.  Para realizar a pesquisa, necessita apenas do nome, BI e data de nascimento do assinante (peça esta última referência se não puder efectuar a pesquisa logo no momento).
Contamos consigo para nos ajudar nesta recolha!

FAQ

Q1: Que requisitos são  necessários para poder assinar?
R1: Ser maior de 18 anos e estar recenseado.

Q2: Quais são  os elementos que terei que fornecer para  validarem a minha assinatura?
R2: O seu nome  completo, o número de identificação  (BI), numero do cartão de eleitor e a  sua assinatura.

Q3:  Posso enviar apenas uma assinatura?
R3: Sim, mas agradeceríamos que pudesse  recolher o  máximo número de assinaturas.

Q4: Como vos envio a  folha?
R4: Terá que adquirir um selo e um envelope e enviar  pelo correio como se  tratasse de uma carta comum para a morada indicada  em cima.

Q5: Já sou filiado num  partido, poderei assinar mesmo assim?
R5: Sim, a assinatura apenas demonstra a  sua intenção  na necessidade da criação do partido, não implicando  tornar-se membro  do mesmo.
Fonte: http://partidopiratapt.eu/assinaturas
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Noticias / Re: PT: Nearly all school children getting familiar with open source
« Última mensagem por Purple em 19 de Julho de 2010 às 00:07:06 »
Boa denuncia amigo Zorro.

Eu no meu local de trabalho (sou func. publico) saquei o firefox pq n gosto do ie e qual é o meu espanto quanto vejo q o mesmo n funciona, pelos vistos a rede esta configurada só para ser acedida pelo ie. Isto na minha opinião n faz la mt sentido até pq n posso mudar essas configurações, ou seja, os func pub. são obrigados a usar software n livre...

tenta o chrome. Em algumas redes os proxies não são muito ao jeito do Firefox.
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