Este é sempre um caso bicudo em todo o caso:
1-Parece-me que, mesmo que nao tenha efeitos práticos do ponto de vista ideologico é importante que uma criaçao (pela sua natureza) seja inalienavel.
2-Para mais evitaria que os produtores/editores fizessem com a obra o que quisessem ja que esta sera sempre do autor. (este ponto parece-me bastante importante).
3-Do ponto de vista pratico isso nao impediria, é certo, os editores/produtores de conseguir contratos em que tivessem 100% dos lucros. Mas aquilo que se podia fazer era limitar no tempo todos os contractos (como acontece, por exemplo, com os contractos de arrendamento).
4-Assim se um autor desse os direitos todos (direitos financeiros, pois sobre a obra, como falei no ponto 2, isso nao seria possivel) esse contrato acabaria inevitavelmente, o mais tardar, ao fim de algum tempo (por exemplo 5anos, 'numero discutivel'). Seria obrigatorio fazer novo contrato com essa ou outra editora/produtora ou o autor poderia (re)lançar a obra sozinho se preferisse.
JC